Tão só a solidão
Do peso de minh´alma
Que no íntimo interior em mim
Clama por calma
Tão silenciosa dor
Tão lúgubre tristeza
Faz-se tão presente no olhar
Como banquete posto à mesa
A fumaça de mil cigarros nos pulmões
A morte tão certa esperada
Que mesmo assim me virá...
Calada como a noite
Caindo... Sem ser anunciada
As flores de hoje
Pavimentam o fúnebre cortejo em vida
De um cadáver andante
Que já esqueceu vivendo errante
Que viver,
Não é só feridas.
Mas são tão mais presentes
Que a verdadeira alegria











